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Categoria ‘ Livros Favoritos ’

O Profeta

Publicado em Janeiro 2, 2006 , na categoria Livros Favoritos

Download do livro integral

Gibran Khalil Gibran , o mais famoso poeta místico Libanês, artista e novelista.

Um dos livros mais vendidos no mundo, depois da Bíblia, é “O Profeta” de Gibran, que foi escrito em Inglês durante sua estadia em Bosto, USA, por aproximadamente 30 anos até sua morte em 1931.

O Profeta foi traduzido para quase 70 idiomas.

Um museu, com seu nome, foi aberto em Bsharri. Museu Gibran, originalmente um monastério do seculo XVII que é majoritariamente esculpido na rocha, guarda suas pinturas, desenhos, manuscritos originais e coisas pessoais.

Em seu livro “O Profeta”, Khalil Gibran conta a história de Al-Mustafá, um homem que retorna à sua terra. Os habitantes da aldeia onde ficou todos estes anos pedem que ensine o que aprendeu.

A seguir, alguns dos trechos (editados) deste clássico do século XX:

O matrimônio

Vocês nasceram juntos, e juntos estarão mesmo quando as asas brancas da morte terminem com seus dias – porque continuarão unidos na memória silenciosa de Deus.

Mas que haja espaço entre os dois. Que o vento dos céus possa passar entre seus corpos.

Amem, mas não transformem o amor em uma atadura.

Que um encha o copo do outro, mas que jamais bebam do mesmo copo.

Cantem e dancem, estejam alegres, mas que cada um mantenha sua independência; as cordas de um alaúde estão sozinhas, embora vibrem com a mesma música.

Entreguem o seu coração, mas não para que seu companheiro o possua – porque só a mão da Vida pode conter corações inteiros.

Estejam juntos, mas não demasiado juntos – porque os pilares de um templo estão separados.

O carvalho não cresce à sombra do cipreste, e o cipreste não consegue crescer à sombra do carvalho.

Os filhos

Seus filhos não são seus filhos; são filhos e filhas da vida. Vieram através de vocês, mas não lhe pertencem.

Podem dar seu amor, mas não seus pensamentos – porque eles tem seus próprios sonhos.

Podem proteger seus corpos, mas não suas almas – porque suas almas habitam na casa do amanhã, que mesmo em sonho vocês não podem visitar.

Podem tentar ser como eles, mas não tentem fazer com que se comportem como vocês; porque a vida não retrocede, nem se deixa seduzir pelo dia de ontem.

Vocês são o arco onde seus filhos, como flechas vivas, são impulsionados para adiante; deixem que a mão do Arqueiro trabalhe, porque assim como Ele ama a flecha que voa, também ama o arco, que permanece estável.

O amor

Quando o amor chamar, aceitem seu chamado, mesmo que o caminho seja duro, difícil.

E quando suas asas se abrirem, entreguem-se, mesmo que a espada que está ali escondida termine provocando ferimentos.

E quando o amor disser algo, acreditem, mesmo que sua voz destrua seus sonhos, como o vento do norte devasta os jardins.

Porque o amor glorifica e crucifica. Faz crescer os ramos, e os poda. Tritura os homens, até que estejam flexíveis e dóceis. Os queima em fogo divino, para que possam converter-se em um pão sagrado, que será consumido no banquete de Deus.

Entretanto, se tiverem medo, e quiserem encontrar no amor apenas a paz e o prazer, melhor que se afastem de sua porta, e procurem outro mundo, onde poderão rir mas sem toda alegria, e poderão chorar mas sem usar todas as lágrimas.

O amor não dá nada e não pede nada além de si mesmo. O amor não possui nem é possuído – porque ele se basta.

E não tentem dirigir o seu curso: porque se o amor achar que são dignos, ele os dirigirá até onde devem chegar.

Deuses Americanos

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Livro: Deuses Americanos
Autor: Neil Gaiman
FORMATO: 16 x 23 cm
Páginas: 448
Fonte: Ed. Conrad

“Simplesmente uma arca do tesouro de histórias. É uma sorte tê-lo em qualquer meio de comunicação.” Stephen King

“Anseia-se por escritores como Neil Gaiman, cuja visão é muito pessoal e idiossincrática. E inesperada… Ele explora as contradições sob uma ótica própria.” Chris Carter, criador da série Arquivo X

“Deuses Americanos é uma espécie de milagre. É um livro importante, essencial. Lembra o que Pablo Neruda disse de outro livro: não tê-lo lido é como nunca ter experimentado uma laranja.” Jonathan Carroll

“Deuses Americanos tem inteligência afiada, terror, nobreza, magia, sacrifício, sabedoria, mistério, sofrimento, e uma riqueza emocional e uma grandeza verdadeira.
Peter Straub

“Original, apaixonante e infinitamente inventivo, uma jornada picaresca através dos Estados Unidos, em que os viajantes são ainda mais estranhos do que as atrações de beira de estrada.”George R. R. Martin

“Deuses Americanos é sexy, emocionante, obscuro, engraçado e poético.”Teller, da Penn & Teller

“Um As Aventuras de Huckleberry Finn mágico e moderno… este livro vai lhe surpreen-der a cada página e, ao mesmo tempo, fazer com que acredite em cada palavra. Ficará acordado até tarde para terminar de ler e triste quando chegar ao fim.”Tim Powers, autor de Declare

“Neil Gaiman, um escritor de percepção rara e de imaginação infinita, sempre foi um tesouro inglês. Agora, é também um tesouro americano.”William Gibson, autor de Neuromancer e Idoru

O criador de Sandman reúne os deuses de todas as mitologias para atacar a América.

Deuses Americanos, o melhor e mais ambicioso romance de Neil Gaiman, é uma viagem assustadora, estranha e louca que envolve um profundo exame do espírito americano.

Gaiman ataca desde a violenta investida da era da informação até o significado da morte, sem sacrificar seu peculiar senso de humor e a rica estilo narrativo que ele vem exibindo desde Sandman.

Após a morte de sua esposa em um acidente de carro, Shadow é liberado da prisão antes de cumprir totalmente sua pena.

Perdido, acaba por conhecer um homem misterioso, chamado Wednesday, que será muito mais importante na vida de Shadow do que ele imagina.

Na verdade, Wednesday é um antigo deus, certa vez conhecido por Odin, o Pai de Todos. Ele está percorrendo os Estados Unidos a fim de reunir seus companheiros esquecidos para uma batalha épica contra as divindades do mundo moderno: internet, televisão, cartões de crédito, telefone, rádio… Shadow aceita ajudar Wednesday, e eles se lançam a uma tempestade psicoespiritual que se torna demasiadamente real em suas manifestações.

A esposa morta de Shadow, por exemplo, continua a aparecer, e não apenas como um espectro – a dificuldade de ambos em manter seu relacionamento se torna sombriamente engraçada, assim como o resto do livro.

Armado somente de seus truques com moedas e alguma determinação, Shadow inicia uma viagem fantástica pela superfície visível das coisas – ao seu redor, sob ela-, literalmente descobrindo todos os poderosos mitos que os imigrantes europeus trouxeram com eles quando chegaram àquelas terras, assim como os que já viviam lá.

Eles aparecem alí onde menos se esperava, zanzando na beira de estradas, comendo hamburgueres, são agora trapaceiros, prostitutas, sombras. “Esta não é uma boa terra para deuses”, diz Shadow.

Mais do que um turista na América, Neil Gaiman oferece uma perspectiva de fora para dentro – e, ao mesmo tempo, de dentro para fora – da alma e espiritualidade do país e do povo americano: suas obsessões por dinheiro e poder, sua miscigenada herança religiosa e as conseqüências sociais, e as decisões milenares que eles enfrentam sobre o que é real e o que não é.

O AUTOR Neil Gaiman, aclamado pela crítica e bem premiado, é autor dos romances Stardust (ilustrado por Charles Vess, Conrad Livros), Sandman: the Dream Hunters (ilustrado por Yoshitaka Amano, Conrad Livros) e Sandman: o Livro dos Sonhos (dois volumes, Conrad Livros). É co-autor de Belas Maldições, com Terry Pratchett.

Entre seus diversos prêmios estão o World Fantasy Award e o Bram Stoker Award. Nascido na Inglaterra, Gaiman agora vive nos Estados Unidos. Seu website é o http://www.neilgaiman.com